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Homem suspeito de matar e assar esposa em churrasqueira volta para prisão em Curitiba-PR

 

Foto: Arquivo Pessoal

O metalúrgico aposentado Mauro Sampietri, 59 anos, suspeito de matar e assar partes do corpo da esposa na churrasqueira de casa, voltou para a prisão depois de passar meses em liberdade.

Policiais da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa) cumpriram o mandado de prisão preventiva ontem quarta-feira (3), onde ele vivia com a esposa, no bairro Cajuru, em Curitiba.

O corpo de Claudete Bohme Sampietri, também 59, foi encontrado sem a cabeça, braços e pernas no bairro Weissópolis, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, no dia 21 de janeiro de 2017.

Mauro foi preso dois meses após a descoberta do corpo de Claudete. O advogado dele conseguiu habeas corpus para que ele respondesse em liberdade. O pedido de prisão foi feito por meio da advogada da família sob argumentos de que Mauro não cumpria as determinações expedidas pela Justiça.

Ele usava tornozeleira eletrônica, estava proibido de manter contato com pessoas ligadas ao inquérito, mas estava tentando contato com testemunhas do caso.

CASO
O cartaz de desaparecimento de Claudete foi anunciado no dia 18 de janeiro pelo setor de Desaparecidos da DHPP. Três dias depois, em uma manhã de sábado, o corpo foi encontrado em um matagal.

Quase dois meses depois, o IML confirmou, com exatidão, a identidade da vítima, assim como resultados de exame de DNA, fazendo com que o marido fosse preso horas depois.

Os dois eram casados há cerca de 30 anos, moravam no bairro Cajuru e tinham três filhos. Antes de supostamente desaparecer, Claudete viajou para a cidade da família e falou sobre a intenção de se separar.

Desde que foi preso, a família está em choque, mas encontrou forças para fazer denúncias graves sobre Mauro, que o levam a outra cena de crime, em 1997. Sem provas e com investigação prejudicada, houve suspeita de que ele tivesse envolvimento com o assassinato dos pais.

EVIDÊNCIAS
Para a DHPP, além de provas periciais, depoimentos de pessoas próximas foram cruciais para a prisão de Mauro, ainda no ano passado. Entre as anexados nos autos, está a oitiva da empregada do casal que detalhou o uso da churrasqueira, um dia após o sumiço de Claudete. “Cheiro forte, muito diferente”, disse. 

Fonte: BandaB / Portal Rondon

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